A venda de plasma sanguíneo tem se consolidado como alternativa de renda extra nos Estados Unidos, alcançando inclusive trabalhadores da classe média. Com pagamentos por sessão, muitos conseguem complementar o orçamento mensal e chegam a faturar até R$ 3,1 mil.
O modelo permite doações frequentes, geralmente até duas vezes por semana, com remuneração média entre US$ 60 e US$ 70 por coleta. O plasma, parte líquida do sangue, é essencial para a produção de medicamentos usados no tratamento de doenças graves, o que mantém a demanda elevada.
O crescimento da prática acompanha um cenário de pressão econômica. Mesmo pessoas com emprego formal têm recorrido à atividade para cobrir despesas básicas, como alimentação, saúde e moradia. O movimento também reflete o aumento do custo de vida diante de salários estagnados.
Com isso, o perfil dos doadores mudou. Profissionais de diversas áreas passaram a frequentar centros de coleta, que hoje se expandem para regiões de classe média e até bairros mais valorizados, ampliando o alcance da atividade.
Apesar de considerada segura, especialistas ainda apontam a necessidade de mais estudos sobre os efeitos a longo prazo. Ainda assim, a venda de plasma já funciona, na prática, como uma fonte alternativa de renda em um cenário econômico desafiador.
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Crédito da matéria: Redação
Crédito da foto: Reprodução
VENDA DE SANGUE RENDE ATÉ R$ 3 MIL POR MÊS
Fonte: @g1 @nytimes
















