Golpistas têm utilizado dados pessoais vazados para cometer fraudes financeiras, como a abertura de empresas, contas bancárias e chaves Pix em nome de terceiros, sem autorização. A prática pode transformar vítimas em “laranjas involuntários”, gerando dívidas, restrições no CPF e outros transtornos.
Para reduzir esse risco, o governo federal disponibiliza ferramentas gratuitas que permitem ao cidadão monitorar e bloquear o uso indevido do CPF em operações financeiras e empresariais. As medidas são preventivas e podem ser revertidas a qualquer momento.
O primeiro passo é criar uma conta no Gov.br, plataforma que centraliza o acesso aos serviços públicos digitais. Com o cadastro ativo, o cidadão pode utilizar recursos de proteção e acompanhamento de dados pessoais.
Entre as opções disponíveis está o bloqueio do CPF na Redesim, sistema que impede a inclusão do nome do cidadão como sócio de empresas sem autorização. A ferramenta busca evitar a criação de CNPJs fraudulentos vinculados a terceiros.
Outra medida é a ativação do BC Protege+, serviço do Banco Central que permite monitorar a abertura de contas bancárias, chaves Pix e outros vínculos financeiros. Caso alguma movimentação suspeita seja identificada, o titular é informado.
Segundo os órgãos oficiais, todos os bloqueios são reversíveis, podendo ser desativados quando o cidadão precisar realizar operações legítimas.
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Fonte: @pmmg.3rpm.8ciapmind
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