Viver com medo pode afetar sono, ansiedade e bem-estar

Por Dentro De Tudo:

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A sensação constante de insegurança pode ir além do medo de um episódio específico e afetar a saúde mental. A exposição frequente à violência, o receio de circular por determinados locais e a percepção permanente de risco podem manter o organismo em estado de alerta, interferindo no sono, na ansiedade, na concentração e na vida social.

A discussão ganha destaque com o Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro. O Relatório de Saúde Mental 2026, da AXA, aponta que 46% das pessoas estão em situação de dificuldades ou estagnação em saúde mental, seis pontos percentuais acima do índice registrado em 2022.

O estudo aponta ainda a instabilidade mundial e a incerteza sobre o futuro entre fatores que afetam especialmente a saúde mental dos jovens.

Embora a pesquisa não trate exclusivamente da violência, o estado permanente de alerta provocado pela sensação de ameaça pode influenciar a maneira como as pessoas vivem, circulam e se relacionam.

A edição de 2026 ouviu cerca de 19 mil pessoas em 18 países, incluindo 1.000 brasileiros, com participantes de 18 a 75 anos.

O estudo utiliza o Mind Health Index (MHI), indicador que classifica os participantes em quatro estados relacionados à saúde mental: saúde positiva, equilíbrio, desânimo e sofrimento psicológico.

Nesta edição, o Brasil foi incluído pela primeira vez. O levantamento aponta um cenário marcado por vulnerabilidade emocional e esgotamento profissional, ao mesmo tempo em que existe abertura para tecnologias voltadas ao autocuidado.

VIVER COM MEDO TAMBÉM PODE AFETAR A SAÚDE MENTAL

Fonte: Relatório de Saúde Mental 2026/AXA
Foto: Imagem ilustrativa
@axa
@pordentrodetudomg

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