Minas Gerais registra aumento nos casos de dengue em 2026, com confirmação de mortes e centenas de municípios em situação de alerta. A doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, pode evoluir para quadros graves, especialmente quando não há reconhecimento precoce dos sintomas.
Nesta quarta-feira (29 de abril de 2026), dados atualizados reforçam a preocupação das autoridades de saúde com a circulação do vírus no estado. Embora a maioria dos pacientes apresente recuperação, há risco de agravamento, principalmente quando surgem sinais como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos.
Mesmo diante do cenário, informações incorretas ainda circulam e prejudicam as ações de prevenção. Um dos equívocos mais comuns é acreditar que o mosquito só pica durante o dia. Embora tenha maior atividade nesse período, ele também pode agir à noite em ambientes iluminados.
Outro erro recorrente envolve o uso de métodos caseiros, como citronela ou borra de café, que não eliminam focos do mosquito. A medida mais eficaz segue sendo a eliminação de água parada, principal ambiente de reprodução do vetor.
Também não há comprovação científica de que vitaminas afastem o mosquito, sendo recomendado o uso de repelentes autorizados pelos órgãos de saúde. Além disso, é incorreta a ideia de que a pessoa só pode contrair dengue uma vez. Como existem quatro tipos do vírus, é possível ser infectado mais de uma vez, com risco maior de complicações.
Equipamentos como ventiladores e ar-condicionado ajudam a reduzir a presença do mosquito, mas não substituem as ações de combate aos criadouros. A orientação é manter atenção constante aos ambientes domésticos e procurar atendimento médico ao surgirem os primeiros sintomas, evitando automedicação.
MITOS SOBRE DENGUE PREOCUPAM SAÚDE
Crédito da matéria: Redação
Crédito da foto: Não informado no material original
Fonte: BHAZ
Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini

















