A confirmação da primeira morte por hantavírus em Minas Gerais neste ano acendeu alerta entre moradores, mas especialistas afirmam que o vírus registrado no estado não tem relação com a cepa associada ao surto ocorrido em um cruzeiro turístico na América do Sul.
Segundo infectologistas, o hantavírus que circula no Brasil não possui transmissão entre pessoas e apresenta comportamento diferente do vírus identificado na região dos Andes. A doença registrada em Minas é transmitida principalmente pelo contato com partículas presentes na urina, fezes e saliva de roedores contaminados.
Especialistas reforçam que não existe possibilidade de comparação com a pandemia da Covid-19. De acordo com médicos, os casos da doença no Brasil costumam ser isolados e localizados, sem potencial para provocar uma epidemia em larga escala.
A hantavirose pode causar febre, dores no corpo, dor abdominal e dificuldade respiratória nos casos mais graves. Autoridades de saúde recomendam cuidados em áreas rurais e locais fechados, como galpões e depósitos, além de evitar contato com ambientes contaminados por roedores.
Entre as medidas preventivas estão manter alimentos protegidos, evitar acúmulo de entulho, limpar ambientes fechados com pano úmido e garantir o descarte correto do lixo orgânico.
Crédito da matéria: Milena Geovana
Fonte: @otempo
Crédito da foto: Divulgação/Ministério da Saúde da Argentina

















