A inteligência artificial deve transformar o desenvolvimento de novos medicamentos nos próximos anos e poderá reduzir em até 50% os custos desse processo, segundo um executivo da farmacêutica dinamarquesa Lundbeck, especializada em tratamentos para doenças neurológicas, como Alzheimer, depressão e ansiedade.
De acordo com o representante da empresa, a tecnologia já é utilizada para acelerar etapas repetitivas da pesquisa e até parte dos ensaios clínicos, tornando o desenvolvimento de novos remédios mais rápido e eficiente. A expectativa é que esse avanço reduza o tempo de criação dos medicamentos e contribua para torná-los mais acessíveis à população.
O executivo também destacou que, após a pandemia, o Brasil acompanha a tendência mundial de aumento na demanda por medicamentos voltados à saúde mental, especialmente antidepressivos, principal segmento de atuação da empresa.
Foto: Divulgação/Lundbeck
Fonte: O Globo
IA acelera novos remédios












