Um atendente de uma empresa de Belo Horizonte entrou com ação judicial após ser demitido por se recusar a participar de um culto religioso promovido pela empresa. Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o trabalhador grava um desentendimento com o presidente da empresa, que o pressiona a participar da atividade religiosa. O funcionário, alegando não estar se sentindo bem, afirmou que preferia continuar trabalhando, o que gerou uma resposta negativa do empresário, que sugeriu que, se não fosse capaz de participar, também não poderia permanecer na empresa.
O caso ocorreu no dia 27 de janeiro de 2025, mas ganhou repercussão nas redes sociais nos dias seguintes. A empresa é acusada de impor práticas religiosas aos colaboradores, o que, segundo a defesa do empregado, viola a liberdade religiosa. O trabalhador também denunciou o caso ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que já está apurando a situação.
Além disso, no final de janeiro, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) apresentou denúncia à Superintendência de Seguros Privados (Susep), alegando que a empresa tem feito propaganda enganosa e atuado irregularmente no setor de seguros, sem a devida autorização para operar.
Fonte: G1
Foto: Reprodução/Redes Sociais



















