Com a chegada do outono, cresce o número de casos de alergias oculares, impulsionados pelas mudanças climáticas típicas da estação. A redução da umidade do ar, associada ao aumento de poeira, ácaros e poluentes, favorece o surgimento e o agravamento de quadros inflamatórios nos olhos, principalmente em pessoas mais sensíveis.
De acordo com especialista em oftalmologia, o ambiente mais seco e a permanência em locais fechados intensificam a exposição a agentes irritantes, aumentando a incidência de crises alérgicas. Entre os quadros mais comuns estão a conjuntivite alérgica sazonal, ligada a fatores ambientais, e a forma perene, associada principalmente à poeira doméstica.
Os sintomas mais frequentes incluem coceira intensa, vermelhidão, lacrimejamento, ardor, sensação de areia nos olhos e inchaço nas pálpebras. Apesar disso, muitas pessoas ainda confundem alergias com infecções oculares, o que pode atrasar o diagnóstico correto.
Especialistas alertam que coçar os olhos pode agravar o quadro, aumentando a inflamação e, em casos mais graves, causando lesões na córnea. A recomendação é evitar o hábito e procurar avaliação médica diante de sintomas persistentes.
A prevenção envolve cuidados simples, como manter ambientes limpos e ventilados, evitar acúmulo de poeira, higienizar mãos e rosto com frequência e utilizar colírios lubrificantes quando indicados por profissional de saúde.
O tratamento varia conforme a gravidade, podendo incluir colírios antialérgicos e, em casos mais severos, medicamentos específicos sob prescrição médica. O acompanhamento especializado é fundamental para garantir o controle dos sintomas e preservar a saúde ocular.
ALERGIAS OCULARES AUMENTAM NO OUTONO
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Fonte: Assessoria de Imprensa


















