Assédio eleitoral chega à Justiça do Trabalho após pressão no emprego

Por Dentro De Tudo:

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Minas Gerais registrou 32 ações trabalhistas relacionadas a assédio eleitoral desde 2023, segundo levantamento citado pelo O TEMPO. O Estado aparece na oitava posição entre os Tribunais Regionais do Trabalho com maior número de processos.

Em entrevista ao Café com Política, o juiz Rodrigo Trindade explicou que muitos casos só chegam à Justiça depois que o trabalhador deixa a empresa. Segundo ele, é comum que pedidos de indenização sejam apresentados após a demissão, fazendo com que os processos apareçam meses depois das eleições.

A Justiça do Trabalho busca antecipar a atuação para impedir que a pressão sobre os trabalhadores produza efeitos. Medidas urgentes podem determinar a interrupção de reuniões, mensagens ou outras práticas destinadas a interferir na liberdade de escolha política.

O assédio eleitoral ocorre quando a relação de trabalho é utilizada para pressionar, ameaçar ou tentar influenciar o voto do trabalhador. O MPT-MG reforça que o voto é livre e secreto e que práticas de coerção podem gerar consequências judiciais. 

Fonte do texto: O TEMPO
Fonte das informações: TRT-MG e MPT-MG
Foto: Reprodução/O TEMPO

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