O bullying e o cyberbullying seguem como desafios para a proteção de crianças e adolescentes no Brasil. Dados citados pelo jornal O TEMPO apontam que, em 2025, 4.549 crianças e adolescentes foram vítimas de bullying, enquanto outras 677 sofreram com a versão digital da violência. O número representa um crescimento de 67,3% em relação ao ano anterior.
O problema vai além das brincadeiras e pode provocar consequências graves para a saúde emocional, o desempenho escolar e a autoestima das vítimas. A violência pode ocorrer por meio de humilhações, agressões verbais, exclusão social, ameaças e ataques nas redes sociais.
A subnotificação também preocupa. Muitas vítimas não relatam o que estão enfrentando, seja por medo, vergonha ou receio de sofrer novas agressões. No ambiente digital, a exposição pode ampliar o alcance das ofensas e prolongar o sofrimento.
Desde 2024, o bullying e o cyberbullying são tratados pela legislação brasileira como crimes, conforme a Lei nº 14.811. O enfrentamento exige a participação de escolas, famílias, poder público e sociedade, com ações de prevenção, acolhimento e apoio às vítimas.
O Dia Mundial de Combate ao Bullying, celebrado em 20 de outubro, reforça a importância de promover ambientes seguros e uma cultura de respeito. A violência não deve ser tratada como brincadeira ou etapa natural do crescimento.
BULLYING NÃO É BRINCADEIRA: É VIOLÊNCIA E PRECISA SER COMBATIDA.
Fonte do texto: O TEMPO
Crédito da foto: Arquivo/EBC
















