Dor no corpo, febre, tosse e falta de ar voltaram a lotar hospitais em diversas regiões do país. O avanço dos casos graves de gripe e outras doenças respiratórias acendeu um alerta antes mesmo do período mais crítico esperado pelos especialistas.
Segundo dados da Fiocruz, o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave cresceu cerca de 12% em comparação com o mesmo período do ano passado. Até meados de maio, o Brasil já havia registrado mais de 63 mil notificações.
Especialistas afirmam que os vírus da influenza começaram a circular mais cedo em 2026, aumentando a pressão sobre unidades de saúde em praticamente todo o país.
Em alguns estados, o impacto já chegou às escolas. No Rio Grande do Sul, duas unidades precisaram suspender as aulas após dezenas de alunos apresentarem sintomas gripais.
O cenário também preocupa por causa da baixa vacinação. Em algumas cidades, menos da metade do público prioritário procurou a imunização. Crianças, idosos e gestantes continuam sendo os grupos mais vulneráveis às complicações da gripe.
Autoridades de saúde reforçam que a vacina continua sendo a principal forma de evitar internações e casos graves, principalmente agora, com a queda das temperaturas e maior circulação de vírus respiratórios.
Você já tomou a vacina da gripe este ano ou ainda deixou para depois?
Crédito da foto: não informado
Fonte: G1 / Jornal Nacional
















