Ciência aposta em terapias genéticas e células “zumbis” para combater o envelhecimento

Por Dentro De Tudo:

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Pesquisadores de diferentes países investigam novas tecnologias que podem ajudar a retardar os efeitos do envelhecimento e ampliar o tempo de vida com saúde. Entre as principais apostas estão terapias genéticas, moléculas sintéticas e tratamentos voltados à eliminação das chamadas células “zumbis”.

Essas células, conhecidas cientificamente como senescentes, deixam de funcionar normalmente e podem se acumular nos tecidos com o passar dos anos. Segundo pesquisadores, elas estão associadas a processos inflamatórios e a doenças relacionadas à idade.

Outra frente de pesquisa envolve a edição genética, que permite modificar partes específicas do DNA para corrigir alterações responsáveis por determinadas doenças. Uma das técnicas estudadas é a edição de base, capaz de alterar uma única unidade do código genético.

Cientistas também desenvolvem moléculas artificiais e proteínas modificadas em laboratório para investigar formas de aumentar a resistência das células aos danos associados ao envelhecimento.

Apesar dos avanços, especialistas alertam que muitas dessas tecnologias ainda estão em fase experimental. Casos de mortes durante testes de terapias genéticas reforçam a necessidade de avaliações rigorosas de segurança antes que os tratamentos sejam amplamente utilizados.

Por enquanto, não há evidências científicas que sustentem promessas de imortalidade ou de interrupção completa do envelhecimento. A principal expectativa é desenvolver tratamentos capazes de prevenir doenças, corrigir problemas genéticos e prolongar o período de vida saudável.

CIÊNCIA INVESTIGA COMO RETARDAR O ENVELHECIMENTO E PROLONGAR A VIDA SAUDÁVEL

Fonte: Fantástico
Texto: Redação do Fantástico
Foto: Reprodução/TV Globo

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