“Como assim elas não ouvem funk nem sertanejo?”: grupo de meninas chama atenção por escolhas musicais diferentes

Por Dentro De Tudo:

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Em uma geração dominada por playlists virais, batidas aceleradas e hits que explodem nas redes sociais, um grupo de meninas resolveu seguir um caminho diferente — e isso virou assunto.

Enquanto o funk e o sertanejo seguem entre os estilos mais populares do país, as jovens começaram a explorar músicas instrumentais, ritmos regionais e artistas fora do circuito mais comercial. A descoberta nasceu da curiosidade, mas acabou despertando debates sobre liberdade musical, identidade e pressão social.

A experiência aconteceu em meio a atividades culturais e trocas entre estudantes, que passaram a compartilhar referências musicais pouco conhecidas entre a maioria dos jovens da mesma faixa etária.

Durante os encontros, elas experimentaram instrumentos, criaram sons, misturaram vozes com batidas digitais e descobriram novos estilos sem medo de fugir das tendências do momento.

O movimento chamou atenção justamente por quebrar um padrão muito comum nas redes: a ideia de que meninas precisam seguir determinados estilos para se encaixar socialmente.

Educadores ligados à área cultural afirmam que o acesso às plataformas digitais ampliou a autonomia dos jovens na hora de escolher o que ouvir, permitindo contato com diferentes culturas, épocas e sonoridades.

Mais do que gosto musical, a iniciativa abriu espaço para conversas sobre personalidade, pertencimento e liberdade de escolha.

E você… acha que ainda existe preconceito com quem escuta músicas fora do “padrão” mais popular?

Crédito da foto: Gazeta do Povo
Fonte: Gazeta do Povo

MENINAS VIRAM ASSUNTO POR GOSTO MUSICAL

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