Desde que o governador Romeu Zema (Novo) anunciou, na última quinta-feira (15), que Belo Horizonte, assim como 70% dos municípios mineiros, não faz mais parte da onda roxa, que obriga serviços e atividades não essenciais a fecharem as portas, a expectativa entre os belo-horizontinos é grande. Afinal, a capital vai ou não continuar com lojas, shoppings, restaurantes e clubes fechados?
Depois de três dias de reuniões a portas fechadas, a decisão do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, da Prefeitura de Belo Horizonte, será finalmente conhecida na tarde desta segunda-feira (19). Uma coletiva de imprensa foi marcada para as 14h, com presença do prefeito Alexandre Kalil (PSD).
Além de falar “sobre a situação da pandemia na cidade”, como costuma aparecer nas pautas das coletivas de imprensa do prefeito, uma novidade chama a atenção desta vez: ele também vai tratar da “volta às aulas presenciais”. As escolas, públicas e privadas, estão fechadas em Belo Horizonte desde março de 2020.
A ocupação de leitos de UTI continua sendo o grande gargalo: o indicador segue em alerta vermelho, com 86,9% de ocupação. No mês passado, as unidades de terapia intensiva chegaram a registrar fila de espera.
















