As Forças Armadas brasileiras utilizam sete modelos de drones para operações de monitoramento. Nenhum desses equipamentos tem capacidade de combate, mas o Brasil planeja desenvolver um drone de combate até 2027. Atualmente, o país possui drones de observação, como o Hermes e o Heron, fabricados em Israel, e o Nauru 1000C, desenvolvido localmente.
Os drones têm desempenhado papel crucial em diversas missões, como o resgate de vítimas em tragédias e a orientação de aeronaves de combate para ataques de precisão. Enquanto o Brasil trabalha no aprimoramento de seus drones, especialmente com a adaptação do Nauru 1000C, o especialista local em relações internacionais aponta que o país precisa reformar suas Forças Armadas e aumentar investimentos em tecnologia para competir na corrida dos drones de combate.
Os drones brasileiros variam em especificações, desde o ScanEagle da Marinha, com autonomia de 20 horas e alcance de 5,9 km, até o Nauru 1000C, com autonomia de 10 horas e alcance de 60 km. A inovação continua, mas especialistas alertam sobre a necessidade de mais apoio para o desenvolvimento dessa tecnologia.
O Brasil continua com investimentos em seus drones, mas o foco em uma reforma das Forças Armadas pode ser determinante para o futuro da tecnologia nacional.
Fonte: g1
Crédito da foto: Arte/g1















