A falta de água afetou escolas estaduais e municipais de Belo Horizonte e da Região Metropolitana nesta terça-feira (1º). Algumas unidades suspenderam as atividades, enquanto outras adotaram medidas emergenciais para tentar manter o funcionamento, incluindo a solicitação de caminhões-pipa.
Na Escola Estadual Cecília Meireles, no bairro Teixeira Dias, no Barreiro, as aulas foram suspensas após os reservatórios chegarem a cerca de 20% da capacidade. Segundo a Secretaria de Estado de Educação, as unidades acompanham a situação e comunicam as famílias sobre possíveis mudanças no funcionamento.
Na rede municipal, algumas escolas também enfrentam dificuldades e acionaram a Copasa para solicitar abastecimento emergencial. Quando há suspensão, a reposição das atividades deve seguir o Calendário Escolar de 2026, garantindo o cumprimento dos 200 dias letivos.
A crise atinge diferentes bairros da capital e ocorre após intervenções na rede de abastecimento. Apesar da previsão inicial de normalização, moradores de regiões como Barreiro e Oeste relatam que continuam sem água.
O problema também aumentou a procura por caminhões-pipa e elevou os custos do serviço, enquanto moradores e responsáveis por condomínios cobram uma solução para o abastecimento.
Fonte da matéria: BHAZ
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