A ideia de que homens sofrem mais com os sintomas da gripe, popularmente chamada de “gripe masculina”, não possui comprovação científica. Especialistas afirmam que não há evidências que indiquem diferença na intensidade da doença entre homens e mulheres.
De acordo com profissionais da área da saúde, fatores como idade, imunidade e מצב vacinal são determinantes para a gravidade dos sintomas, independentemente do sexo. Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade tendem a apresentar quadros mais intensos.
Estudos também indicam que, em algumas situações, mulheres podem até apresentar sintomas mais fortes, especialmente em fases específicas da vida, como durante a gestação. Ainda assim, não há consenso científico que relacione o sexo a uma maior ou menor intensidade da gripe.
A vacinação continua sendo apontada como a principal forma de prevenção, reduzindo significativamente o risco de complicações e hospitalizações. A gripe é considerada uma doença sistêmica, podendo causar febre, dores no corpo, mal-estar e outros sintomas que afetam o organismo como um todo.
Especialistas também destacam que aspectos comportamentais podem influenciar a percepção dos sintomas. Questões culturais e sociais, como a forma como homens lidam com a dor e o autocuidado, podem contribuir para a ideia de maior sofrimento, sem que isso tenha relação biológica comprovada.
“GRIPE MASCULINA” NÃO TEM BASE CIENTÍFICA
Crédito: Redação
Foto: TikTok
Fonte: @otempo
















