A esposa do influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, negou que a autorização para importar um medicamento experimental tenha ocorrido por algum tipo de privilégio. A Anvisa autorizou, na sexta-feira (4), a importação da substância para o tratamento da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição rara enfrentada pelo influenciador.
Segundo Mila, o processo seguiu as regras previstas para o uso compassivo de medicamentos. A família reuniu documentação médica e científica, com participação dos médicos que acompanham Lito, e o pedido de importação foi formalizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
O medicamento, chamado ALN-6457, foi desenvolvido pela Regeneron Pharmaceuticals e ainda está em fase anterior aos estudos clínicos em seres humanos para a DCJ. Lito foi aceito pela farmacêutica em um programa de uso compassivo.
Mila afirmou que pretende tornar público todo o processo para que a experiência possa ajudar outros pacientes com doenças raras que também não possuem alternativas de tratamento. “Isso não é uma regalia nossa”, declarou.
Fonte da matéria: O TEMPO/Folhapress
Fonte da foto: Reprodução
ESPOSA DE LITO SOUSA REBATE ACUSAÇÕES SOBRE TRATAMENTO EXPERIMENTAL














