Estudo aponta fatores que aumentam risco de alergia alimentar na infância

Por Dentro De Tudo:

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Uma revisão científica publicada na revista JAMA Pediatrics identificou os principais fatores associados ao desenvolvimento de alergias alimentares nos primeiros anos de vida. O estudo reuniu dados de 2,8 milhões de crianças, de 40 países, e concluiu que a condição resulta da combinação de predisposição genética, fatores ambientais e alterações no sistema imunológico.

Entre os principais fatores de risco estão a dermatite atópica (eczema) no primeiro ano de vida, o uso precoce de antibióticos, o histórico familiar de alergias e a introdução tardia de alimentos potencialmente alergênicos, como ovo e amendoim.

Os pesquisadores analisaram 190 estudos e também observaram associação, em menor grau, com parto cesáreo, sexo masculino e o fato de a criança ser a primogênita.

Segundo especialistas, bebês com eczema apresentam um risco até quatro vezes maior de desenvolver alergias alimentares. O estudo também reforça as recomendações atuais de não adiar a introdução de alimentos alergênicos. A orientação é manter o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e, a partir dessa idade, iniciar a introdução alimentar de forma gradual, sempre com acompanhamento do pediatra.

As entidades médicas alertam ainda que fatores como alterações no microbioma intestinal, alimentação rica em ultraprocessados e aspectos ambientais também podem contribuir para o aumento dos casos.

Você já conhecia os fatores que podem influenciar o desenvolvimento de alergias alimentares na infância?

Crédito da foto: Freepik/Divulgação

Fonte: Hoje em Dia

ESTUDO REVELA FATORES DE RISCO PARA ALERGIA INFANTIL

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