O ex-companheiro de uma diarista de 26 anos confessou à Polícia Civil ter matado a jovem e ocultado o corpo em uma área de difícil acesso, em Inhapim, no Vale do Rio Doce. Segundo os investigadores, ele tentou despistar as investigações, criou versões falsas e chegou a dizer que a vítima teria sido presa no México.
De acordo com a Polícia Civil, câmeras de segurança registraram o suspeito seguindo a vítima pouco depois de ela sair para um evento. Durante as investigações, os policiais localizaram objetos pessoais da mulher em uma área de mata e, com a indicação do suspeito, encontraram o corpo em um penhasco, após cerca de seis dias desaparecida.
A polícia informou que familiares relataram um histórico de violência doméstica e ameaças praticadas pelo investigado. Marcas encontradas no corpo e arranhões nas costas do suspeito também reforçam a hipótese de que a vítima tentou se defender.
O Ministério Público afirmou que há fortes indícios de feminicídio, sequestro, estupro, tortura e ocultação de cadáver. Se denunciado e condenado por todos os crimes investigados, o suspeito poderá cumprir pena superior a 100 anos de prisão.
Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal
Fonte: O TEMPO
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CONFISSÃO REVELA CRIME BRUTAL














