Famílias podem perder jazigos em cemitérios públicos por dívidas e falta de documentação

Por Dentro De Tudo:

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Milhares de famílias podem perder o direito de uso de jazigos perpétuos nos cemitérios públicos de Belo Horizonte por causa de taxas atrasadas ou documentação irregular. Segundo a Prefeitura, cerca de 40% dos responsáveis pelos aproximadamente 60 mil jazigos perpétuos da capital têm algum tipo de pendência.

Após concluir um recadastramento, em julho, a administração municipal colocou novamente à disposição cerca de 3 mil jazigos que foram retomados em situações de abandono, cancelamento ou desistência.

Para manter o direito de uso, as famílias precisam pagar uma taxa anual de manutenção, que varia de R$ 87 a R$ 210. Quando as pendências não são regularizadas por um longo período, existe o risco de perda da concessão do espaço.

Além desse problema, uma família que mantém um jazigo no Cemitério da Paz, no bairro Caiçara, reclama da demora para a reconstrução da estrutura de concreto da sepultura. Após pagar R$ 1,4 mil pelo serviço, em setembro, foi informada de que a obra poderia levar de 60 a 90 dias.

A demora impediu que os familiares preparassem o local para as homenagens do Dia de Finados. A Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica informou que o atraso ocorreu devido à operação especial para a data e que o serviço será realizado na quarta-feira (4).

DÍVIDAS E BUROCRACIA PODEM FAZER FAMÍLIAS PERDEREM JAZIGOS

Fonte: MG1 / TV Globo
Foto: TV Globo

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