Minas Gerais investiga ao menos 14 casos suspeitos de febre amarela, segundo a Secretaria de Estado de Saúde. O alerta foi intensificado após a confirmação de mortes pela doença em São Paulo, o que reforçou a preocupação das autoridades sanitárias e a necessidade de vacinação.
De acordo com o levantamento, a circulação do vírus já foi identificada em municípios das regiões Norte e Noroeste do estado. Entre as cidades com registros estão Arinos, Riachinho, Buritis, Unaí e Pirapora. A vigilância epidemiológica ocorre de forma contínua, com monitoramento de casos em humanos, análise de mortes de primatas e acompanhamento da cobertura vacinal.
Em Minas, ao menos nove macacos morreram com a doença, enquanto outras notificações seguem em investigação. As autoridades destacam que os primatas não transmitem a febre amarela, mas funcionam como indicadores importantes da presença do vírus em determinada região.
A transmissão ocorre por meio da picada de mosquitos infectados, tanto em áreas urbanas quanto em regiões de mata. Entre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômitos, dores no corpo, além de sinais mais graves como icterícia e hemorragias. A orientação é que pessoas com sintomas procurem atendimento médico imediato.
A vacina continua sendo a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente nos postos de saúde em todo o país. O esquema vacinal prevê dose para crianças e também para adultos que ainda não foram imunizados.
VACINAÇÃO É PRINCIPAL FORMA DE PREVENÇÃO
Crédito da matéria: Redação
Crédito da foto: Rodrigo Nunes/Fotos Públicas
Fonte: Hoje em Dia


















