Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso após ser acusado de utilizar o celular de um homem morto para transferir R$ 7 mil para a própria conta bancária.
Segundo as investigações, o servidor trabalhava no necrotério da unidade e teve acesso ao aparelho da vítima após a entrada do corpo no instituto. O caso veio à tona quando a viúva decidiu encerrar a conta bancária do marido e identificou uma movimentação financeira realizada dias após a morte dele.
Ao verificar o comprovante da transação, a mulher descobriu que o valor havia sido enviado para uma conta ligada ao suspeito. O que mais chamou a atenção da família foi que o funcionário chegou a manter contato com os parentes da vítima durante os procedimentos no IML, sem demonstrar qualquer comportamento que levantasse suspeitas.
A denúncia foi registrada na Polícia Civil e encaminhada à Corregedoria, que passou a investigar o caso. A Justiça expediu um mandado de prisão, cumprido dentro da própria unidade onde o suspeito trabalhava.
Ele é investigado por crimes como peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios. Em nota, os órgãos responsáveis informaram que acompanham as investigações e reforçaram que não toleram desvios de conduta de servidores públicos.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Fonte: Veja
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PIX FEITO COM MORTO

















