O governo de Minas Gerais confirmou que 720 servidores comissionados têm informações funcionais protegidas por sigilo previsto em lei. A manifestação foi divulgada após questionamentos feitos pelo pré-candidato ao governo Gabriel Azevedo (MDB) sobre a existência de cargos com dados restritos na administração estadual.
Segundo o Executivo, a medida se aplica exclusivamente a profissionais ligados à área de Segurança Pública e tem como objetivo preservar a segurança institucional e a integridade dos agentes. O governo destacou que os cargos existem oficialmente, os salários são públicos e os servidores integram regularmente a folha de pagamento do Estado.
Gabriel Azevedo afirmou que não acusa a gestão de irregularidades, mas cobra explicações sobre a base legal do sigilo. O pré-candidato também divulgou um levantamento que aponta gastos mensais de aproximadamente R$ 14,8 milhões com esses cargos.
O debate ocorre em meio à pré-campanha ao Governo de Minas e amplia a discussão sobre transparência na administração pública e proteção de informações consideradas sensíveis.
Na sua opinião, cargos ligados à segurança pública devem ter parte de seus dados protegidos por sigilo legal?
Crédito da foto: Fred Magno/Divulgação
Fonte: O TEMPO
GOVERNO REBATE CRÍTICAS SOBRE CARGOS SIGILOSOS













