Em pleno Valentine’s Day, uma pesquisa global realizada pela Ipsos mostra que o nível de satisfação com a vida amorosa e sexual está diretamente relacionado à renda. O levantamento, que envolveu 23.765 pessoas de 30 países, revelou que 80% dos assalariados de alta renda estão satisfeitos com o amor, enquanto o número de pessoas satisfeitas entre os de renda média e baixa é menor, com 76% e 69%, respectivamente.
A pesquisa intitulada “Love Life Satisfaction” também destaca que 67% dos entrevistados com alta renda se consideram felizes com sua vida sexual, um número superior ao dos assalariados de baixa renda, onde a satisfação chega a 51%. O estudo, divulgado na véspera do Dia dos Namorados, ainda revelou que, apesar de os brasileiros se sentirem mais amados em comparação com o ano passado, o Brasil ocupa o 20º lugar no índice de satisfação amorosa, entre os 30 países pesquisados.
Dentre os latino-americanos, a Colômbia lidera o ranking global, seguida por outros países da região, como México e Chile. Os dados também mostram que, no Brasil, 75% da população se sente amada, uma melhoria de sete pontos percentuais em relação ao ano anterior, mas ainda longe das lideranças globais.
Outro dado relevante é que os solteiros tendem a ser menos satisfeitos com a vida sexual em comparação com os casados ou em relacionamentos. No Brasil, 81% dos comprometidos estão satisfeitos com sua vida sexual, enquanto apenas 50% dos solteiros compartilham da mesma opinião.
O estudo revelou que, em termos gerais, as diferentes faixas etárias não apresentam grandes variações em relação à satisfação amorosa, com os Baby Boomers sendo os mais satisfeitos, seguidos por gerações mais jovens, como Millennials, que se destacam levemente mais felizes com a vida romântica.
Fonte: O TEMPO Brasil
















