O futebol continua sendo uma opção de atividade física para muitas pessoas na terceira idade, mas a intensidade de uma partida pode exigir atenção especial. Estudos e especialistas destacam que, embora o esporte ofereça benefícios para o coração, músculos, equilíbrio e saúde mental, alguns cuidados são importantes para reduzir riscos.
Uma pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina apontou que muitos jogadores amadores já sofreram algum tipo de lesão, especialmente entre aqueles que não mantêm uma rotina estruturada de treinamento. Já uma análise publicada pela American Heart Association destacou a importância de atenção às condições cardiovasculares entre jogadores mais velhos.
Entre os problemas mais comuns estão lesões nos joelhos e tornozelos, entorses, hematomas e traumas provocados por quedas ou contato físico. Por isso, uma avaliação médica antes de iniciar ou intensificar a prática é recomendada.
No dia do jogo, hidratação, aquecimento e equipamentos adequados também fazem parte dos cuidados. Durante a atividade, sinais como dor no peito, falta de ar ou tontura devem ser encarados como motivo para interromper imediatamente o exercício e buscar avaliação.
Para quem está sedentário, a recomendação é começar com períodos menores e aumentar a intensidade gradualmente. A orientação citada na reportagem indica partidas de 40 a 60 minutos, duas vezes por semana, complementadas por outras atividades físicas.
O futebol pode continuar fazendo parte da rotina depois dos 60, mas a experiência dentro de campo deve vir acompanhada de preparo e atenção aos limites do próprio corpo.
Fonte: Itatiaia Esporte
Foto: Divulgação/Afya Educação Médica Curitiba
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FUTEBOL APÓS OS 60 EXIGE CUIDADOS















