A investigação sobre a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, detento custodiado em uma unidade da Polícia Federal em Minas Gerais, foi concluída com base em cinco laudos periciais. De acordo com a corporação, não houve participação de terceiros, e a causa apontada foi suicídio.
Mourão foi encontrado desacordado dentro da cela e morreu dois dias depois em uma unidade hospitalar. O inquérito reuniu análises feitas por órgãos federais e estaduais, além de depoimentos e verificação de registros internos.
Entre os exames realizados estão laudos toxicológico e necroscópico, que avaliaram possíveis substâncias no organismo e as causas da morte. Também foram analisadas imagens de câmeras de segurança, roupas utilizadas pelo detento e dados de comunicação durante o período de custódia.
Segundo informações da investigação, as imagens mostram que ele estava sozinho no momento do ocorrido. A apuração também não identificou indícios de interferência externa ou pressão de terceiros.
O relatório final será encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo caso, que deverá enviar o material à Procuradoria-Geral da República para avaliação.
O caso tramita sob sigilo judicial, e as autoridades aguardam possível decisão sobre a divulgação completa dos laudos.
PF APONTA SUICÍDIO EM MORTE DE DETENTO
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Fonte: @g1


















