A Polícia Civil de Minas Gerais abriu um inquérito para investigar quatro rompimentos de adutoras da Copasa registrados entre agosto e setembro e também o furto de equipamentos do sistema antiodor da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.
A Copasa suspeita que os episódios possam ter relação com ações criminosas. A hipótese surgiu após levantamentos iniciais realizados pela própria companhia e foi comunicada ao Ministério Público.
Os rompimentos ocorreram nos bairros Nova Granada, Cidade Nova e Milionários, em Belo Horizonte, e às margens da BR-040, em Contagem. Em alguns casos, o volume de água provocou alagamentos, danos a imóveis e interrupções no abastecimento.
No dia 10 de setembro, o sistema antiodor da Lagoa da Pampulha também foi alvo de vandalismo e furto de equipamentos.
A Copasa informou que alinhou com o Ministério Público uma atuação conjunta para acompanhar as ocorrências e realizar a apuração técnica. A Polícia Civil agora investiga se existe relação entre os casos e quem poderia estar por trás das ações.
Até o momento, não há confirmação de autoria ou de que os rompimentos tenham sido provocados intencionalmente.
Crédito da matéria: g1 Minas
Crédito da foto: TV Globo/Reprodução
POLÍCIA INVESTIGA POSSÍVEL SABOTAGEM NA COPASA














