Polícia descarta sabotagem em sistema da Lagoa da Pampulha

Por Dentro De Tudo:

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A Polícia Civil de Minas Gerais descartou nesta semana a possibilidade de sabotagem no sistema antiodor da Lagoa da Pampulha. O problema foi atribuído a furtos de fios de cobre e estruturas de alumínio, detectados durante uma vistoria técnica realizada em 8 de setembro.

A hipótese de sabotagem foi inicialmente discutida em uma reunião entre a presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Marília Melo, e representantes do Ministério Público de Minas Gerais. Entretanto, após investigações, a Polícia Civil concluiu que os danos que levaram ao mau funcionamento do sistema se deveram a furtos e não a ações intencionais de sabotagem.

Além dos problemas com o sistema antiodor, a Copasa tem enfrentado desafios com rompimentos de tubulações na região. Em menos de um mês, foram registrados cinco incidentes desse tipo na Grande Belo Horizonte, incluindo três rompimentos de adutoras que ainda não foram comentados pela Polícia Civil.

Antes de levantar a possibilidade de sabotagem, a Copasa elaborou uma lista de fatores que poderiam comprometer a integridade das tubulações. Entre esses fatores estão características topográficas, variações de pressão, temperaturas baixas, movimentações do solo e construções irregulares, que podem causar danos às infraestruturas de saneamento.

Com a hipótese de sabotagem descartada, a Copasa e as autoridades seguem monitorando a situação das tubulações e do sistema antiodor, buscando minimizar os impactos dos furtos e garantir o bom funcionamento dos serviços prestados à população.

Crédito da matéria: Super Notícia
Crédito da foto: não informado

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