Pretinho básico completa 100 anos como símbolo de elegância e versatilidade

Por Dentro De Tudo:

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Um dos maiores clássicos da moda feminina completa um século em 2026. O famoso little black dress, conhecido no Brasil como pretinho básico, ganhou destaque em 1926, quando a estilista francesa Coco Chanel apresentou uma proposta que revolucionou a forma de vestir: um vestido preto de corte simples, elegante e versátil.

Na época, o preto era associado principalmente ao luto. Chanel ajudou a transformar a cor em símbolo de sofisticação, criando uma peça prática, confortável e adequada a diferentes ocasiões. O modelo foi publicado pela revista norte-americana Vogue em outubro daquele ano e comparado ao Ford, automóvel que se popularizou por sua produção em massa.

Ao longo das décadas, o pretinho básico conquistou espaço nas passarelas, nas ruas e no cinema. Um dos exemplos mais famosos é o vestido usado por Audrey Hepburn no filme “Bonequinha de Luxo”, de 1961, criação do estilista Hubert de Givenchy.

Outro momento marcante ocorreu em 1994, quando a princesa Diana apareceu com um vestido preto de ombros à mostra em um evento beneficente em Londres. A produção ficou conhecida mundialmente como “vestido da vingança”, após a exibição de uma entrevista em que o então príncipe Charles admitiu ter sido infiel durante o casamento.

Para especialistas em moda, a permanência da peça está ligada à combinação de elegância, praticidade e liberdade para compor diferentes produções. A escolha dos acessórios, dos calçados e dos tecidos permite adaptar o mesmo vestido a eventos formais ou situações cotidianas.

Mesmo com as mudanças da indústria da moda ao longo de um século, o pretinho básico continua sendo uma escolha atemporal e uma referência de estilo.

100 ANOS DE UM CLÁSSICO QUE NUNCA SAI DE MODA

Fonte: O Tempo — Laura Maria
Foto: Reprodução / Vídeo

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