Uma despesa médica, um conserto inesperado ou até uma perda temporária de renda podem comprometer o orçamento de uma família. Ter uma reserva de emergência ajuda a enfrentar situações como essas sem precisar recorrer imediatamente a empréstimos ou cartão de crédito.
Uma referência utilizada no planejamento financeiro é manter o equivalente a três a seis meses das despesas essenciais, considerando gastos como moradia, alimentação, saúde e contas básicas. O valor, porém, deve ser adaptado à realidade de cada pessoa.
Especialistas recomendam que esse dinheiro fique em aplicações de baixo risco e com facilidade de resgate, já que a emergência pode surgir a qualquer momento. Tesouro Selic e CDBs com liquidez diária são exemplos de alternativas que podem cumprir essa função, dependendo das condições de cada produto.
Outro cuidado importante é não usar a reserva para despesas previsíveis, como IPVA, IPTU, matrícula escolar ou viagens. Esses gastos devem ser planejados separadamente.
Dados da CNDL e do SPC Brasil citados no material apontam que 81% dos consumidores inadimplentes utilizaram crédito para pagar outras dívidas no último ano, cenário que reforça a importância de organizar o orçamento e criar uma proteção financeira.
A recomendação é começar com o valor possível e aumentar gradualmente a reserva. Caso seja necessário utilizá-la, o ideal é reorganizar as finanças e retomar os aportes assim que a situação estiver estabilizada.
Fonte: Banco Mercantil
Assessoria de imprensa: InPress Porter Novelli
RESERVA DE EMERGÊNCIA PODE EVITAR DÍVIDAS NO FUTURO














