Professores da PUC Minas estão enfrentando a suspensão das bolsas de estudo, que ocorreu no início do segundo semestre de 2026. A medida foi motivada por um impasse entre o Sinpro-MG, sindicato dos professores, e a Sociedade Mineira de Cultura. Segundo o Sinpro-MG, a universidade suspendeu as bolsas de forma unilateral, e o sindicato levou o caso à Justiça, obtendo liminar para a retomada das bolsas, que foi posteriormente anulada por um mandado de segurança obtido pela PUC Minas.
## Impasses e ações judiciais
Desde fevereiro de 2026, as bolsas de estudo eram concedidas anualmente aos professores, de acordo com a convenção coletiva que expira em 1º de abril de cada ano. Historicamente, as negociações costumam se estender além desse prazo, mas, até então, sem a suspensão das bolsas. Contudo, o processo de negociação deste ano se complicou devido a divergências em relação a direitos trabalhistas, não chegando a um acordo na audiência de conciliação realizada em 19 de agosto, quando a PUC Minas não propôs soluções para as bolsas.
## Reações do Sinpro-MG e posições da PUC Minas
O Sinpro-MG considera a postura da PUC Minas intransigente diante do impasse e lamenta a falta de propostas por parte da universidade para resolver a questão. Já a PUC Minas ainda não se manifestou publicamente sobre a suspensão das bolsas, nem sobre as decisões judiciais subsequentes.
Este é um ponto de tensão não apenas por afetar diretamente os professores, mas também por representar uma quebra de práticas anteriores, nas quais as bolsas eram mantidas apesar das negociações em andamento. O impacto da decisão ainda é incerto, mas atrai atenção em meio às negociações sindicais.
Crédito da matéria: Estado de Minas
Crédito da foto: Willian Dias
















