TJMG garante adicional de periculosidade a servidor que atuava como vigilante

Por Dentro De Tudo:

Compartilhe

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a decisão que garante o pagamento de adicional de periculosidade a um servidor da Prefeitura de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Embora contratado como vigia, a Justiça reconheceu que ele desempenhava, na prática, funções típicas de vigilante patrimonial.

Segundo o processo, o servidor realizava rondas internas e externas para proteger o patrimônio público, prevenir furtos, invasões e atos de vandalismo, além de atuar em situações de conflito. Com base em um laudo técnico, a Justiça concluiu que as atividades o expunham de forma habitual ao risco de violência, caracterizando a periculosidade.

O trabalhador ingressou com a ação pedindo o adicional de 30% sobre o salário, com pagamento retroativo aos cinco anos anteriores ao processo. A Prefeitura recorreu da decisão, alegando que as funções do cargo eram apenas operacionais e que não havia exposição permanente a situações de risco.

Ao analisar o recurso, os desembargadores entenderam que a legislação municipal prevê o pagamento do benefício para servidores que atuam em condições perigosas. Com isso, a condenação do município foi mantida por unanimidade.

Foto: Freepik
Fonte: O TEMPO
Instagram:

TJMG GARANTE ADICIONAL PERICULOSIDADE

Encontre uma reportagem