Verde, amarelo e azul: estudantes mineiros criam queijo com as cores do Brasil

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Verde, amarelo e azul: estudantes mineiros criam queijo com as cores do Brasil

A especialidade do mineiro adaptada para a Copa do Mundo. Foi com essa proposta que alunos do curso superior de Tecnologia em Laticínios, do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (Epamig-ILCT), em Juiz de Fora, inovaram e criaram um queijo totalmente temático, com as cores verde, amarelo e azul. Além da inspiração que remete à bandeira do Brasil, sem uso de corantes artificiais, os sabores também surpreendem. O amarelo vem do maracujá, o verde do molho pesto e o azul foi obtido a partir do pó da flor clitória.

“Todo início do semestre eu estimulo os alunos a terem ideias, a tentar fazer um queijo diferente. Nesse semestre a gente teve duas coisas: a Copa do Mundo e a exposição do Minas Láctea”, explicou a professora Denise Sobral.

Queijo nas cores do Brasil foi produzido por alunos do Instituto de Laticínios Cândito Tostes, em Juiz de Fora. O Minas Láctea é um dos maiores eventos do setor de laticínios do país e realizado a cada dois anos em Juiz de Fora.

“A gente fez testes e descobriu que essa combinação de cores e sabores dava um queijo muito bom. Então construímos nossa proposta. No primeiro dia, as camadas não ficaram muito bonitas e fizemos vários testes para chegar nesse queijo bonito. As pessoas que tiveram a oportunidade de prová-lo se surpreenderam, porque a combinação de sabores ficou muito boa”, disse Denise.

O queijo ainda não tem nome e segue em processo de maturação. Segundo a professora, o resultado final da iguaria deverá ser conhecido na semana da final da Copa do Mundo, período em que será realizado o Minas Láctea.

“A gente está torcendo para o Brasil ganhar. Se ganhar, vamos comemorar como os mineiros gostam, que é com muito queijo. Então vai ser uma comemoração com a cara do nosso estado”.

O queijo preparado pelos alunos do ILCT se inspirou na Copa do Mundo 2026.

O produto não será comercializado, mas poderá ser degustado durante o evento realizado pela instituição. “Para comercializar a gente precisa ter rótulo e uma série de exigências legais. Foi só uma brincadeira que a gente fez na aula que vai ficar disponível para degustação”.

Crédito da foto: Marcelo Ribeiro/ILCT
Fonte: G1 Zona da Mata, divulgação: g1.globo.com
Link da matéria original: https://ift.tt/kszRmot
Data de publicação: 21 de junho de 2026.

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