O planejamento contraceptivo no período pós-parto é uma etapa importante para a saúde da mulher. Mesmo antes do retorno da menstruação, o organismo pode voltar a ovular, tornando necessária a escolha de um método seguro para evitar uma nova gravidez não planejada.
Entre as opções mais procuradas está o DIU (Dispositivo Intrauterino), reconhecido pela alta eficácia, longa duração e praticidade. O método pode ser inserido logo após o parto, dependendo das condições clínicas da paciente, oferecendo proteção superior a 99%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A inserção pode ser realizada imediatamente após a saída da placenta, ainda na sala de parto, seja em parto normal ou cesárea. Caso isso não aconteça, a recomendação é aguardar pelo menos quatro semanas, período em que o útero retorna gradativamente ao tamanho habitual.
Existem dois principais tipos de DIU: o de cobre, que não possui hormônios e pode durar até dez anos, e o hormonal, que libera pequenas doses de progestagênio diretamente no útero. Ambos são considerados compatíveis com a amamentação e não apresentam impacto significativo na produção de leite.
Especialistas ressaltam que a escolha do método contraceptivo deve ser feita em conjunto com um médico, levando em consideração fatores como histórico de saúde, tipo de parto e preferências da mulher. Em alguns casos, outras opções também podem ser indicadas, como minipílulas, implantes subdérmicos e injeções contraceptivas.
Com eficácia comprovada e praticidade no dia a dia, o DIU se tornou uma das principais alternativas para mulheres que buscam segurança contraceptiva durante o período pós-parto.
Foto: Divulgação
Fonte: G1
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