A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que desconsidere uma suposta “falta grave” relacionada à posse de uma arma de fogo e mantenha a prisão domiciliar do ex-presidente.
Os advogados afirmam que a pistola estava regularmente registrada e permanecia guardada na residência desde antes da condenação. Segundo a defesa, a arma foi retirada temporariamente por um segurança para manutenção após apresentar uma falha mecânica, sem intenção de descumprir qualquer determinação judicial.
A arma foi apreendida no último dia 15 com um segurança de Bolsonaro durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal. O caso também é investigado pela Polícia Civil.
Alexandre de Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir se o episódio caracteriza uma falta grave que possa resultar na revogação da prisão domiciliar. A PGR se manifestou pela manutenção da medida, entendendo que é necessário aguardar o avanço das investigações.
Agora, caberá ao ministro do STF decidir se Bolsonaro continuará em prisão domiciliar ou se retornará ao sistema prisional.
Foto: Antonio Augusto/STF
Fonte: O TEMPO / Folhapress
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