Celebrado em 28 de junho, o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+ marca a Revolta de Stonewall, ocorrida em 1969, em Nova York, considerada um dos principais marcos da luta pelos direitos da população LGBTQIAPN+ em todo o mundo.
Entre os nomes mais lembrados estão as ativistas trans Sylvia Rivera e Marsha P. Johnson, que participaram da mobilização contra a violência policial e, posteriormente, ajudaram a fundar iniciativas de apoio à população trans em situação de vulnerabilidade.
Ao longo das últimas décadas, o movimento conquistou importantes avanços, como o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo, a criminalização da LGBTfobia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o direito de pessoas trans alterarem nome e gênero no registro civil sem necessidade de decisão judicial.
Apesar das conquistas, a violência contra a população LGBTQIAPN+ continua sendo uma preocupação. Dados recentes apontam milhares de registros de violência em 2024, embora especialistas alertem que a subnotificação ainda dificulta a real dimensão do problema.
A data é lembrada como um momento de celebrar a diversidade, preservar a memória das pessoas que abriram caminho para a conquista de direitos e reforçar a importância do combate à discriminação e à violência.
Foto: Divulgação
Fonte: BHAZ
















