Pacientes do interior de Minas Gerais e de outras cidades da região metropolitana de Belo Horizonte ocupam um em cada três leitos específicos para covid-19 em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) nos hospitais da capital mineira.
De acordo com levantamento da prefeitura, entre 1º e 17 de janeiro deste ano, foram 246 pedidos de entrada em leitos de terapia intensiva. Deste total, 79 são de moradores de outras 26 cidades.
O município que mais “envia pacientes” para Belo Horizonte é Sabará, com 15% do total. Na sequência, aparecem: Nova Lima (13%), Pedro Leopoldo (12%), Ribeirão das Neves (11%) e Santa Luzia (11%).
A proporção de “forasteiros” nas UTIs da capital mineira é quatro vezes maior que nas enfermarias. No mesmo período, foram feitas 1.522 solicitações de internação em enfermarias de Belo Horizonte por covid-19. Desse total, 138 pedidos, o equivalente a 9%, foram fetos por pacientes de outras cidades.
De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, até esta segunda-feira (15), a rede municipal possuía 293 leitos de UTI covid (com ocupação de 81,9%) e a rede particular tem 292 leitos (com ocupação de 83,9%).
Pandemia
Desde o início da pandemia, a rede hospitalar de Belo Horizonte já recebeu pacientes vindo de 81 municípios da Grande BH e interior do Estado. No período foram feitas 19.845 solicitações de internação por suspeita de covid-19. Desse total, 2.129 solicitações foram de pacientes de outras cidades, ou seja, 11% do total.


















