Minas Gerais reconheceu os modos tradicionais de produção da cachaça de alambique e as expressões do samba como patrimônio cultural imaterial do estado. As decisões foram aprovadas pelo Conselho Estadual de Patrimônio Cultural (Conep) nesta quinta-feira (22).
O reconhecimento da cachaça valoriza os conhecimentos e as técnicas transmitidos entre gerações. Segundo a Emater-MG, o estado possui 630 alambiques registrados. A produção mineira também movimenta famílias e trabalhadores envolvidos desde o cultivo da cana-de-açúcar até a fabricação da bebida.
Já o reconhecimento do samba destaca sua importância histórica, social e cultural, incluindo a contribuição das comunidades negras para a identidade mineira. De acordo com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, existem 246 grupos de samba cadastrados em Minas Gerais.
Na mesma reunião, o conselho aprovou o tombamento da antiga Pensão Tormim, em Araxá, imóvel ligado à história de Dona Beja e construído no século XIX. A medida busca preservar as características arquitetônicas e históricas da edificação.
CACHAÇA, SAMBA E HISTÓRIA DE DONA BEJA GANHAM RECONHECIMENTO EM MINAS
Fonte: O TEMPO
Foto: Divulgação/O TEMPO
















