O preço da cesta básica voltou a subir em Belo Horizonte. Em setembro, o valor aumentou 1,44% em relação a agosto e chegou a R$ 768,10, segundo levantamento da Fundação Ipead, da UFMG, divulgado nesta terça-feira (6).
Com a alta, a cesta básica acumula aumento de 3,41% em 2026 e de 3,93% nos últimos 12 meses. O valor representa atualmente 47,38% do salário mínimo.
Entre os 13 produtos analisados, nove ficaram mais caros em setembro. O maior aumento foi registrado pelo tomate, que subiu 12,97%. Na sequência aparecem a batata inglesa, com alta de 4,36%, e o chã de dentro, que ficou 3,72% mais caro.
Considerando o peso de cada produto na composição da cesta, o chã de dentro foi o que mais contribuiu para a elevação do custo, seguido pelo tomate e pela batata inglesa.
Por outro lado, quatro produtos ficaram mais baratos. A maior queda foi da banana caturra (-10,43%), seguida pelo feijão carioquinha (-5,29%), manteiga (-2,55%) e leite (-0,99%).
Apesar da alta acumulada no ano, o Ipead destaca que a cesta representa uma parcela menor do salário mínimo do que em setembro de 2025. Naquele período, o comprometimento era de 48,69%, contra 47,38% atualmente.
Fonte: O Tempo/Fundação Ipead/UFMG
Foto: IDEME/Divulgação
CESTA BÁSICA SOBE E CHEGA A R$ 768















