O sistema de paraquedas de emergência instalado no avião que caiu em Mateus Leme, na Grande BH, foi acionado pelo piloto e ajudou a reduzir a velocidade da queda da aeronave.
O acidente aconteceu na manhã desta terça-feira (25), no distrito de Serra Azul. O monomotor Cirrus Design SR22, de prefixo PR-VMI, era ocupado apenas pelo piloto, de 29 anos, que sobreviveu à queda.
O equipamento utilizado é o CAPS (Cirrus Airframe Parachute System), sistema integrado à fuselagem do modelo. Em uma situação de emergência, um foguete balístico lança o paraquedas para fora da aeronave, permitindo que ele seja aberto.
Com o paraquedas acionado, o avião continua descendo, mas em velocidade reduzida. O objetivo é diminuir a força do impacto e aumentar as chances de sobrevivência dos ocupantes.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o equipamento é destinado a situações de emergência, como problemas no motor que impeçam um pouso seguro, incapacitação do piloto ou outras circunstâncias em que não seja possível realizar o pouso normalmente.
Após a queda, a aeronave pegou fogo e ficou destruída. O piloto foi inicialmente socorrido por moradores da região e levado para atendimento médico. Posteriormente, foi transferido para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde recebeu oxigênio por causa da inalação de fumaça.
As circunstâncias que provocaram o acidente são investigadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Fonte: g1 Minas
Foto: Reprodução/Redes sociais













