Flávio Bolsonaro esclarece homenagem a policial investigado

Por Dentro De Tudo:

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Questionado sobre elo com Adriano da Nóbrega, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que ex-capitão do Bope foi preso injustamente no passado. • eleições 2026

O senador Flávio Bolsonaro afirmou, durante audiência, ter defendido a concessão da Medalha Tiradentes a um investigado que, na época da homenagem, estava preso por homicídio. A medalha, segundo o senador, foi um gesto simbólico a toda a guarnição, e ele se referiu ao investigado como um “policial exemplar”. Anos mais tarde, o homenageado seria apontado como chefe da milícia conhecida como Escritório do Crime e morreria em 2020 durante operação policial na Bahia.

Flávio Bolsonaro, em sua defesa, sustentou que não havia qualquer acusação contra o investigado no momento em que a medalha foi concedida e classificou a prisão por homicídio como uma injustiça. Além disso, o senador declarou que não pode ser responsabilizado pela liderança do homenageado no grupo de extermínio, anos após a homenagem.

A discussão também abordou a nomeação da mãe e da esposa do investigado para o gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O senador justificou as contratações pela visão positiva que tinha do investigado e por conhecer sua mãe, ativa em movimentos de defesa de esposas e mulheres de militares.

Flávio Bolsonaro refutou qualquer responsabilidade sobre o que o investigado se tornou posteriormente, destacando que, no momento das homenagens e nomeações, sua percepção era baseada no histórico do suspeito como policial.

Crédito da matéria: Itatiaia
Crédito da foto: não informado

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