O Hospital Belo Horizonte está há dois meses sem oferecer pronto atendimento e ainda não tem uma data definida para a retomada do serviço. A suspensão começou em 20 de julho e afeta atendimentos de urgência, incluindo partos e suporte pediátrico sem agendamento.
A unidade, inaugurada em 1968, passa por um processo de recuperação judicial do grupo responsável por sua administração. Segundo o advogado que representa o Grupo Gestho, a interrupção foi adotada como medida temporária para reduzir e reorganizar as despesas.
Embora o hospital tenha informado inicialmente que manteria serviços como CTI Adulto, CTI Infantil, bloco cirúrgico e ambulatório, esses atendimentos estão sendo realizados mediante agendamento e conforme a disponibilidade dos profissionais.
Procurado pela reportagem, o Hospital Belo Horizonte não apresentou prazo para a retomada do pronto atendimento. Em nota, informou que avança na reestruturação operacional e espera definir, nas próximas semanas, os próximos passos para o funcionamento dos setores.
O hospital possui mais de 180 leitos, incluindo CTI Adulto, CTI Pediátrico, CTI Neonatal, maternidade e pediatria.
A instituição também mantém contrato com o Ipsemg para atendimento de servidores estaduais, incluindo consultas, exames, internações e pronto atendimento adulto. O acordo tem valor de R$ 304,9 milhões e duração prevista de 60 meses.
Crédito do texto: O TEMPO
Crédito da foto: Reprodução/Hospital Belo Horizonte
Fonte: O TEMPO / Hospital Belo Horizonte.














