Um estudo da gestora americana Apollo Global Management aponta que a inteligência artificial pode estar afetando primeiro os salários, antes de provocar uma redução significativa no número de empregos.
A pesquisa analisou 321 ocupações nos Estados Unidos e identificou que profissionais de áreas mais expostas à IA tiveram crescimento salarial 6,7 pontos percentuais menor do que trabalhadores de funções menos expostas à tecnologia.
Entre os trabalhadores de menor renda, a diferença chegou a 10,7 pontos percentuais.
Programadores, atendentes de suporte, profissionais de entrada de dados, analistas de marketing, analistas financeiros e especialistas em software estão entre as ocupações mais expostas à inteligência artificial.
Apesar disso, o estudo não encontrou evidências estatisticamente significativas de que a IA esteja destruindo empregos em massa nessas profissões.
Os pesquisadores destacam que exposição à tecnologia não significa necessariamente demissão. A IA pode mudar tarefas, produtividade e a forma como empresas contratam e remuneram profissionais.
Crédito do texto: g1
Crédito da foto: Sora Shimazaki/Pexels














