A inteligência artificial está ganhando espaço nos consultórios de estética como uma ferramenta para auxiliar pacientes que desejam reverter preenchimentos faciais e buscar uma aparência mais natural.
A tecnologia permite simular como o rosto poderá ficar com menos volume antes da realização do procedimento, facilitando a conversa entre médico e paciente e ajudando na tomada de decisão.
Segundo especialistas, o recurso não substitui a avaliação médica, mas oferece uma visualização mais realista das proporções faciais e das possibilidades de tratamento, contribuindo para alinhar as expectativas do paciente.
A tendência acompanha uma mudança no mercado da estética. Nos últimos anos, diversas personalidades, como Gkay, Deborah Secco, Scheila Carvalho, Gretchen e Gabi Martins, revelaram ter retirado preenchimentos faciais em busca de um visual mais natural, impulsionando o debate sobre harmonização facial.
Além da redução de volume, os profissionais afirmam que o foco dos tratamentos tem migrado para a melhoria da qualidade da pele, priorizando firmeza, elasticidade, textura e sustentação, em vez do aumento excessivo das estruturas faciais.
De acordo com especialistas da área, a inteligência artificial permite comparar diferentes cenários antes de qualquer procedimento, tornando a comunicação mais objetiva e ajudando o paciente a compreender que, em muitos casos, o rejuvenescimento pode ser alcançado sem a necessidade de novos preenchimentos.
Embora a tecnologia represente um avanço, a decisão sobre qualquer tratamento continua dependendo da avaliação individual feita por um médico habilitado, que considera as características, necessidades e expectativas de cada paciente.
Fonte: O Globo

















