Minas Gerais tem 351 denúncias de assédio eleitoral no trabalho e ocupa 2º lugar no país

Por Dentro De Tudo:

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Minas Gerais chegou a 351 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho em 2026, segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgados nesta quinta-feira (29). O estado tem o segundo maior número de registros do Brasil, atrás apenas de São Paulo, que contabiliza 620 casos.

O total em Minas mais que triplicou desde o primeiro turno das eleições, quando havia 110 denúncias. No encerramento do segundo turno, em 25 de outubro, eram 212 registros.

Em todo o país, o MPT contabilizou 3.396 denúncias até as 10h desta quinta-feira. O número já supera o registrado nas eleições de 2022, quando foram contabilizadas mais de 3.373 ocorrências.

O assédio eleitoral acontece quando empregadores, gestores ou outras pessoas pressionam trabalhadores a votar ou apoiar determinado candidato ou partido. Entre as práticas estão ameaças de demissão, redução salarial, promessa de benefícios em troca de votos, exigência de participação em campanhas e discriminação por preferência política.

Em Minas, o MPT informou que já expediu 118 recomendações a empregadores e acionou a Justiça do Trabalho em sete casos considerados mais graves.

Diante do aumento das denúncias, o Ministério do Trabalho e Emprego anunciou uma força-tarefa nacional para fiscalizar ameaças, perseguições e outras formas de pressão política contra trabalhadores.

DENÚNCIAS DE ASSÉDIO ELEITORAL MAIS QUE TRIPLICAM EM MINAS

Fonte: g1 Minas Gerais / Ministério Público do Trabalho
Foto: TSE/Divulgação

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