Uma operação contra um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) cumpriu mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e Nova Lima na manhã desta quinta-feira (28). A ação, batizada de “Fluxo Oculto”, é conduzida pelo Gaeco do Ministério Público de São Paulo em parceria com a Receita Federal.
Em Minas Gerais, foram cumpridos quatro mandados, sendo três contra empresas em Belo Horizonte e um contra uma pessoa física em Nova Lima. Um dos endereços alvo fica na Rua dos Guajajaras, no Centro da capital mineira.
Segundo as investigações, o grupo é suspeito de atuar em um esquema envolvendo lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e sonegação fiscal. Esta é a segunda fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada inicialmente em agosto de 2025.
De acordo com o Ministério Público, mesmo após a primeira operação, os investigados continuaram movimentando recursos de origem ilegal por meio de fintechs e plataformas de pagamento utilizadas para ocultar patrimônio e dificultar o rastreamento financeiro. As investigações apontam ainda que empresas envolvidas concentravam movimentações de dezenas de postos de combustíveis em uma única conta bancária.
Os empresários apontados como líderes do esquema seguem foragidos desde o ano passado. Ao todo, a operação cumpre 55 mandados nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.
Foto: TV Globo / Receita Federal
Fonte: g1 Minas Gerais
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OPERAÇÃO MIRA ESQUEMA BILIONÁRIO LIGADO AO PCC EM MINAS GERAIS

















