O laudo de sanidade mental da diarista acusada de matar um casal de idosos em Belo Horizonte concluiu que ela não apresentava delírios, alucinações ou alterações graves de humor no momento do crime.
Segundo os peritos, a mulher tinha capacidade de compreender o caráter criminoso dos atos. O exame também apontou uso nocivo de medicamentos, transtorno do jogo patológico e acentuação de traços de personalidade, mas não identificou critérios para transtornos psicóticos, como esquizofrenia.
O crime aconteceu em 29 de junho, no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de BH. A diarista confessou ter dopado as vítimas durante o primeiro dia de trabalho no apartamento e, posteriormente, matado o casal com golpes de faca. Ela foi presa dois dias depois, em um hotel em Itabira.
Durante a perícia, a acusada afirmou ter ouvido vozes e visto vultos que teriam influenciado suas ações. Os médicos legistas, porém, relataram que, durante a entrevista, ela apresentou organização psíquica e coerência nas ideias, sem alterações perceptivas consideradas verdadeiras.
Crédito da matéria: Itatiaia
Crédito das imagens: Cedidas à Itatiaia
PERÍCIA DESCARTA SURTO PSICÓTICO EM CRIME CONTRA IDOSOS













