Queda nos repasses federais coloca prefeituras de Minas em alerta financeiro

Por Dentro De Tudo:

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Municípios mineiros enfrentam dificuldades para equilibrar as contas públicas diante da redução de transferências federais e do aumento das despesas. Algumas prefeituras já decretaram emergência ou calamidade financeira, enquanto outras adotaram medidas para conter gastos.

Em outubro de 2026, a última parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) apresentou queda real de 2,4% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), aproximadamente R$ 2,5 bilhões em recursos federais destinados às cidades estão bloqueados ou contingenciados.

Em Minas Gerais, Governador Valadares e Berilo decretaram calamidade financeira. Cássia declarou emergência financeira, enquanto Jenipapo de Minas também teve decreto de calamidade divulgado pela imprensa regional.

Outras cidades adotaram medidas de contenção. Em Betim, a administração municipal determinou revisão de contratos, restrições ao pagamento de horas extras e possibilidade de redução de até 20% dos cargos comissionados e funções de confiança ocupados. Ouro Preto também anunciou ações para controlar despesas.

O cenário preocupa principalmente os municípios que dependem das transferências federais para manter serviços essenciais, pagar servidores e fornecedores e realizar investimentos.

Com a proximidade do encerramento de 2026, as administrações municipais precisam reforçar o planejamento financeiro para preservar o funcionamento dos serviços públicos e organizar os orçamentos de 2027.

PREFEITURAS MINEIRAS ENFRENTAM PRESSÃO NAS CONTAS PÚBLICAS

Fonte: Informações da CNM e levantamentos divulgados pela imprensa regional
Foto: Reprodução/Internet

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