O sargento da Polícia Militar, preso pela morte da capitã Michele Leão Azevedo, apresentou à polícia uma versão em que afirma que o casal consumiu bebidas alcoólicas e ecstasy antes de manter relações sexuais com práticas de dominação e agressões físicas consensuais. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Segundo o depoimento, após uma confraternização realizada na residência do casal, os dois permaneceram sozinhos e teriam iniciado práticas que, conforme o militar, eram habituais durante os oito anos de relacionamento. Ele afirmou ainda que os atos foram gravados em vídeo.
O sargento também declarou que, por volta do meio-dia, a capitã teria caído enquanto descia uma escada, sofrendo um corte na cabeça e lesões na boca. Ainda segundo sua versão, ela recusou atendimento médico e decidiu descansar.
De acordo com o relato, ambos dormiram durante a tarde e, ao acordar à noite, ele percebeu que Michele não respondia aos estímulos. A oficial foi levada ao Hospital Odilon Behrens, mas já chegou sem vida.
A equipe médica constatou traumatismo craniano e diversas lesões pelo corpo. As autoridades investigam se a versão apresentada pelo sargento é compatível com os ferimentos encontrados pela perícia. O militar permanece preso enquanto o caso segue sob investigação.
Foto: Reprodução/TV Globo
Fonte: O TEMPO
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SARGENTO APRESENTA VERSÃO À POLÍCIA













